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CLAUDINEI QUEIROZ
Claudinei Queiroz é formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, e trabalha no LANCE! desde sua fundação, em 1997. Nesse período, participou da cobertura da Olimpíada de Sydney-2000 na redação e de Atenas-2004, na Grécia. Atualmente, é editor assistente do diário e tem nos esportes olímpicos sua grande paixão.
claudin@lancenet.com.br |
A copeira das piscinaspostado por Esportes Olímpicos Se há uma nadadora que se sente bem nas etapas da Copa do Mundo em piscina curta esta é Fabíola Molina. Nos últimos 11 anos, ela sempre esteve presente em alguma etapa da competição e já soma incríveis 37 medalhas, sendo 16 delas apenas no circuito deste ano.
Fabíola foi a destaque brasileira nas sete etapas de 2008 ao conquistar oito medalhas de ouro, cinco de prata e três de bronze. No total, o Brasil totalizou 73 medalhas na competição (17 ouro, 24 prata e 32 bronze).
Confira os resultados de Fabíola em etapas da Copa do Mundo desde a temporada 1997/98, sua primeira:
1. 97/98 - Sem pódios
2. 98/99 - 03 (2 ouro, 1 prata)
3. 99/00 - 04 (3 prata, 1 bronze)
4. 00/01 - 04 (2 ouro, 1 prata, 1 bronze)
5. 01/02 - Sem pódios
6. 02/03 - Sem pódios
7. 03/04 - 01 (1 bronze)
8. 04/05 - 04 (1 prata, 3 bronze)
9. 05/06 - 03 (2 prata, 1 bronze)
10. 2007 - 02 (1 ouro, 1 prata)
11. 2008 - 16 (8 ouro, 5 prata, 3 bronze)
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Se a moda pega no Brasil...postado por Esportes Olímpicos Após merecidas férias, estou de volta com um assunto quase impensável no esporte brasileiro. Nesta segunda-feira, dia 16/11, a imprensa chinesa informou que um cambista foi condenado a dois anos e meio de prisão pela revenda de 527 ingressos para a Olimpíada de Pequim. Alguém imagina que algum cambista possa ter destino igual no Brasil?
Por mais que a caça aos cambistas esteja acirrada nos últimos anos, nossa Justiça Desportiva ainda não pegou um "bode expiatório" para mostrar aos demais que a prática é proibida. Com isso, as mesmas pessoas são vistas em jogos e até em shows revendendo ingressos de R$ 20 por R$ 50, R$ 100 ou até R$ 200, dependendo da importância do evento.
Claro que no regime político chinês (comunista) as condenações são muito mais rígidas, às vezes até cruéis, mas só um caso assim pode fazer com que os cambistas repensem suas atuações.
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Pequim, seca, pede ajudapostado por Esportes Olímpicos Após as disputas da Olimpíada e da Paraolimpíada, a cidade de Pequim está quase sem água. Tanto que os governantes pediram ajuda a seus vizinhos da província de Hebei para enviar à capital chinesa 300 milhões de metros cúbicos de água, ou 300 bilhões de litros.
A previsão é que a água comece a chegar a três reservatórios em dez dias e que continue até o dia 10 de março do ano que vem.
A previsão inicial de Pequim, antes dos Jogos, era de que não haveria necessidade de pedir água aos vizinhos, mas a situação chegou a tal condição que foi inevitável.
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Dias de Dias e de Brasilpostado por Esportes Olímpicos Os Jogos Paraolímpicos de Pequim começaram com recorde da delegação brasileira e expectativa de quebras de recordes de medalhas, em relação a Atenas-2004. A reclassificação do nadador Clodoaldo Silva da classe S4 para a S5 jogou uma ducha de água fria sobre ele e sobre o Comitê Paraolímpico Brasileiro, já que era garantia de pelo menos cinco medalhas de ouro na S4.
Mas na S5 passou a coadjuvante de outra fera das piscinas brasileiras: Daniel Dias, quem mais subiu ao pódio em Pequim. Foram nove medalhas, sendo quatro de ouro, quatro de prata e uma de bronze em 11 provas disputadas. Feito incrível que o coloca como o maior atleta paraolímpico brasileiro da atualidade.
Quem também se destacou foi André Brasil, que, assim como Dias, conquistou quatro medalhas de ouro nas piscinas, além de uma de prata.
A dupla Daniel Dias e André Brasil ganhou oito dos 10 ouros brasileiros nos Jogos, mostrando a força que a natação tupiniquim na Paraolimpíada. Parabéns para eles pela determinação e pela alegria de representar o Brasil.
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Carl Lewis levanta mais uma lebrepostado por Esportes Olímpicos Em 1988, após perder a final olímpica dos 100m rasos para o canadense Ben Johnson, com direito a recorde mundial do oponente, o norte-americano Carl Lewis botou a boca no mundo para colocar em dúvida a lisura do feito de Johnson. Na época, ele foi tachado de mau perdedor e reclamão.
Entretanto, um ano mais tarde, quando foi comprovado o doping do canadense, as reclamações de Lewis passaram a ser vistas como profecia. Ele ficou com a medalha de ouro e também com o feito de conquistar outra medalha dourada em Seul (salto em distância).
Agora, 20 anos depois daquela primeira profecia, Carl Lewis ressurge para colocar em dúvida mais um fenômeno instantâneo do atletismo internacional: o jamaicano Usain Bolt, que destruiu os recordes mundiais dos 100m e 200m rasos em Pequim.
Antes de tudo, ele contemporiza afirmando que não está acusando ninguém, mas, por outro lado, questiona os critérios de realização dos exames antidoping da Jamaica. Segundo ele, não são realizados exames surpresa no país caribenho, o que pode fazer com que um atleta fique meses sem passar pelo controle. Daí a maior possibilidade de usar substâncias proibidas sem o devido controle.
Se é uma nova profecia de Lewis, o tempo dirá, como sempre faz, mas o que posso dizer é que, realmente, as marcas de Usain Bolt são assustadoramente fortes para um ser humano. Claro que pode ser apenas o dom que Deus deu a ele, como deu a muitos outros astros do esporte mundial, mas tenho de reconhecer que nos deixa com uma pulga atrás da orelha, ainda mais nessas épocas de tecnologia de ponta na fabricação de novas substâncias dopantes.
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