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Espaço paraolímpico
Meu nome é Paulo Vitor Ferreira. Sou fanático por esportes adaptados e fiz a cobertura do Parapan 2007, do Meeting Internacional, do Circuito Loterias Caixa e de três clubes do Rio (Flu, Bota e Fla). Fui comentarista do SporTV e da TV BRASIL, onde trabalho, e colunista do LANCE! durante os Jogos de Pequim.
pvlancenet@hotmail.com |
JOGOS ESPECIAIS DA MANGUEIRApostado por Paulo Vitor Nesta quinta e na sexta-feira, o Programa Social da Mangueira realiza os IX Jogos Especiais. O evento faz parte do calendário anual da Vila Olímpica e vai reunir mais de 600 profissionais de 30 entidades ligadas às pessoas com deficiência.
A competição começou pequena, contando com a participação de cerca de dez instituições, mas em seu nono ano reúne 1.200 crianças, jovens e adultos que participam de provas de natação, atletismo, vôlei paraolímpico, futebol e habilidades motoras.
Para a cerimônia de abertura, o atleta com deficiência do Projeto Olímpico da Mangueira, o velocista Claudemir Santos, medalha de prata na prova de revezamento em Pequim, será homenageado.
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Copa Brasil de Tênis de Mesapostado por Paulo Vitor O cearense Eugênio Sales derrotou na final o paraibano Lardodaire Segundo e sagrou-se campeão na Copa Brasil Centro/Norte/Nordeste de Tênis de Mesa Paraolímpico, que aconteceu em João Pessoa nesta terça-feira no Ginásio de Esportes do Colégio Marista Pio X. Completaram o pódio, da Classe 1-2, os terceiros colocados Ivanildo Souza e Paulo Costa.
"Sempre é maravilhoso vencer", comemorou Eugênio. Pela primeira vez, João Pessoa sediou a competição por seis dias, reunindo os melhores mesatenistas do País.
A Copa Brasil Centro/Norte/Nordeste de Tênis de Mesa é promovida pela Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM), em parceria com a Federação Paraibana de Tênis de Mesa.
Atualmente, Eugênio Sales figura entre os 50 selecionados pelo Governo do Ceará com a Bolsa Atleta de Alto Rendimento da Secretaria do Esporte do Estado (Sesporte). Os números do atleta impressionam: 26 anos de tênis de mesa, desses 18 anos integrando a Seleção Brasileira; mais de 200 medalhas e triunfos como o ouro, por equipe, no tênis de mesa adaptado no último Parapan no Rio de Janeiro.
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Maratonazinhapostado por Paulo Vitor A jogadora de tênis de mesa paraolímpico Jane Rodrigues entregou no domingo (12 de outubro), Dia das Crianças, medalhas, bicicletas e outros brindes para os atletas mirins da Maratonazinha da Caixa, realizada em Goiânia (GO). A Secretaria de Esporte participou da organização do evento.
Segundo Jane, a Secretaria, representada por Luiz Orro, fez um grande trabalho de iniciação esportiva com a inclusão de crianças em várias modalidades.
A Maratonazinha é um dos maiores eventos de corrida infantil do país. Na sua primeira edição em Goiânia, ano passado, o evento teve a participação de 1.300 crianças e recebeu um ótimo público.
"Sinto orgulho em participar de um evento tão importante como esse, que serve de incentivo para o despertar de novos talentos. O principal objetivo da Maratonazinha é mostrar o esporte como um grande meio de inclusão social e a Caixa está de parabéns por esta grande iniciativa. Tomara que esta iniciativa sirva de exemplo para as
grandes empresas investirem no esporte adaptado e no dito convencional", afirmou Jane. |
As dificuldades rotineiraspostado por Paulo Vitor O nadador paraolímpico Daniel Dias elogiou nesta quinta-feira (9) a ampliação do programa Bolsa-Atleta do Ministério do Esporte. O atleta explicou que o auxílio é importante, principalmente, para desportistas com deficiência. Segundo ele, muitos têm dificuldade para conseguir recursos para treinar.
Para o atleta, os empresários e a sociedade devem olhar os desportistas com deficiência de uma forma diferente. “Eu sei de casos de atletas que têm dificuldades de angariar patrocínio. As pessoas precisam começar a ver o desporto paraolímpico como esporte de alto rendimento e não de reabilitação”.
Embora não tenha contado com a ajuda do Bolsa-Atleta do Ministério do Esporte, Daniel reconheceu que, graças ao programa, muitos atletas podem começar a competir. “O que está faltando é a ajuda para o início da carreira, pois depois que você consegue os resultados fica mais fácil conseguir um patrocínio”, disse.
No início da carreira, o atleta contou com a ajuda do pai para praticar o esporte. “Graças a Deus meu pai pagava minhas viagens para competir”. Com os resultados obtidos, ele conseguiu dois patrocínios para competir nos Jogos Paraolímpicos de Pequim 2008 e voltou para casa com nove medalhas no peito, quatro delas de ouro. |
Série ouro do Paulista de Basquetepostado por Paulo Vitor A Série Ouro do Campeonato Paulista de Basquetebol em Cadeira de Rodas começa nesta quarta-feira (dia 8), com a partida ADD/Magic Hands x Águias, às 19h45, no Sesi Vila Leopoldina, em São Paulo. Na quinta-feira, a Aedrehc enfrenta o CAD, às 18 horas, no CA Ypiranga.
De acordo com o presidente da Federação Paulista de Basquetebol Sobre Rodas (FPBSR), Sileno Santos, o sistema de disputa em três séries (ouro, prata e bronze) foi implantado para uma distribuição mais justa das equipes por nível técnico.
"Assim vamos proporcionar jogos mais competitivos entre as equipes dentro das séries", afirmou Sileno. São quatro equipes na Série Ouro, quatro na Prata e três na Bronze.
Fonte: Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas
Colaboração e foto: Gustavo Carvalho
Pitaco do blogueiro: E o circuito do Rio de Janeiro de basquete para cadeirantes?
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Meia maratonapostado por Paulo Vitor Os atletas cadeirantes abrirão a Meia Maratona do Rio, no próximo domingo, dia 12 de outubro, às 8h, em São Conrado. Os desportistas elite especial C e com deficiência largam às 9h15. Participarão maratonistas com deficiência visual, física (andantes e amputados) e intelectual. Surdos também correrão. |
Vela adaptadapostado por Paulo Vitor No dia 12 de outubro, a Baía de Guanabara será o palco do maior evento náutico da América Latina: a 63ª Regata Escola Naval. A competição comemora os 200 anos da chegada da Escola Naval ao Brasil. A novidade este ano será a participação de atletas com deficiência física. O grupo será liderado pelo velejador Darke.
A regata é aberta ao público e reconhecida como uma grande confraternização entre desportistas experientes e os chamados ‘marinheiros de primeira viagem’. O evento reúne alguns dos grandes nomes da modalidade no Brasil, como a medalhista de bronze em Pequim, Isabel Swan, além de competidores de diferentes nacionalidades. |
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PRANCHETA
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Tática de rugby O técnico da seleção brasileira de rugby em cadeira de rodas, André Veloso, e o defensor da equipe Guerreiros da Inclusão Marcelo Monteiro explicaram um pouco sobre a tática de defesa nesse esporte.
Segundo treinador e jogador, os dois defensores precisam proteger os cones e o central fecha o meio para que nenhum adversário apareça para marcar ponto. Esta tática é chamada de defesa em chave. O outro jogador fica à espera, fora da área, de um contra-ataque. No rugby para cadeirantes, os times possuem quatro atletas em quadra.
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