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Primeira aparição em Olimpíadas: 1896
Até chegar a seu formato olímpico atual – com competições em piscinas de 50m e oito raias (onde são disputadas eliminatórias, semifinais e finais), provas individuais e de revezamento, nos nados livre, peito, costas e borboleta, completando distâncias que variam de 50m a 1.500m – a natação teve disputas dos mais diversos tipos. A mitologia grega está cheia de referências ao nado mas certamente ele esteva presente na vida do homem desde a Pré-História. O século XIX é o marco mais provável do início da prática da natação como um esporte, com o aparecimento das competições, em que os atletas usavam um estilo parecido com o nado peito. O crawl, usado no estilo livre, foi uma adaptação da forma de nadar de índios da América do Sul. Em Jogos Olímpicos, até 1908, quando foi criada a Federação Internacional de Natação (FINA) e foram realizados os Jogos de Londres, na Inglaterra, a natação já havia sido disputada no mar, em rios e lagos, e tido provas de nado subaquático, nado com obstáculos e mergulho em distância.
Os Estados Unidos são os favoritos a conquistar o maior número de medalhas em Pequim. O retrospecto na última Olimpíada foi extraordinário, com 12 medalhas de ouro, nove de prata e 11 de bronze.
A Austrália aparece como os grandes rivais dos americanos, mesmo sem Ian Thorpe, que se aposentou das piscinas. Em Atenas, o Brasil não obteve medalhas, no entanto, a expectativa é alta para que Thiago Pereira, Kaio Márcio e César Cielo conduzam o Brasil ao pódio.
Provas: (no masculino): 50m livre, 100m livre, 100m costas, 100m borboleta, 100m peito, 200m livre, 200m costas, 200m borboleta, 200m peito, 200m medley, 400m livre, 400m medley, 4x100m, 4x100m medley, 4x200m medley, 1500m livre, Maratona 10km.
(no feminino): 50m livre, 100m livre, 100m costas, 100m borboleta, 100m peito, 200m livre, 200m costas, 200m borboleta, 200m peito, 200m medley, 400m livre, 400m medley, 4x100m livre, 4x100m medley, 4x200m, 800m livre e Maratona 10km.
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